East Grinstead, Reino Unido

GALA DE FIM DE SEMANA DA IAS — ANO DE AJUDA E AVANÇO HUMANITÁRIO

A Associação Internacional de Scientologists (IAS), uma força sempre em expansão na comunidade humanitária a nível mundial, reuniu‑se em East Grinstead, no sul de Inglaterra, na primeira semana de outubro para reconhecer um ano de expansão e realizações.

Os velhos caminhos de terra batida estreitos com curva e contra curva pelas pequenas aldeias e quintas do West Sussex estavam cheias com carros e autocarros numa sexta‑feira à noite no início de outono, quando milhares de Scientologists, convidados e amigos entraram nos jardins bem‑arranjados de Saint Hill Manor — o lar do Fundador de Scientology, L. Ron Hubbard.

Através das aberturas entre os arbustos e árvores densas que se encontram pela estrada, os visitantes podiam ver o delinear do elegante Saint Hill — vivo com luz no horizonte — a brilhar como um fogo à distancia na luz desvaneceste do outono.

Para além dos portões da Mansão, passando a entrada e o longo caminho para o pavilhão e o Grande Hall, com um estádio erguido sob uma enorme tenda, os membros da Associação Internacional de Scientologists de mais de 65 nações encheram o ar com diversas línguas enquanto caminhavam para a arena com um propósito — celebrar a sua humanidade e a de todos.

A celebração de 2017 marcou o 33.º ano desde que a IAS foi fundada em Saint Hill (1984) para unir, promover, apoiar e proteger a religião mais jovem e de crescimento mais rápido do mundo. Membros e convidados vieram também para homenagear aqueles que ajudaram a Igreja a realizar um ano de esperança e de realizações em direção aos objetivos de Scientology em prol de uma vida melhor para todos.

No decurso das duas horas e meia, o Sr. Miscavige, Presidente do Conselho de Religious Technology Center, revelou o ritmo acelerado da expansão da Igreja e da sua missão humanitária que se reflete nas diversas histórias e apresentações da noite.

“Sim, chegaram a este Reino da IAS”, disse David Miscavige, o líder eclesiástico da religião de Scientology.

“Onde todas as semelhanças com o universo físico são pura coincidência…

“Onde os membros da IAS de toda a Terra entram e sentam‑se: da América do Norte, América do Sul, África, Ásia, Oceânia, a uma centena de cidades da Europa e de todo o Reino Unido.

“Ao todo, celebramos agora 147 nações com uma presença da IAS que ninguém irá alguma vez esquecer.”

E assim foi que o Sr. Miscavige delineou cada ponto dessa presença ao longo de duas horas e meia cheias de pura energia. De facto, a noite não só examinou o reino dos programas humanitários dos planaltos às planícies da Terra, mas mais pormenorizado na expansão da religião em si nas terras nunca antes vistas.

O ritmo acelerado da expansão da Igreja e das suas missões humanitárias também se reflete nas histórias com diversas expressões de boa vontade social. Cada história em si é um sucesso, mas todas juntas formam uma sinfonia de ajuda humanitária que abrangem as iniciativas famosas patrocinadas pela IAS. Tudo começou por contar os relatos do abuso da saúde mental e a sua reforma rápida pela Comissão dos Cidadãos para os Direitos Humanos (CCHR).

A ação das campanhas continuou com a cortesia desvendada de: o Mundo sem Drogas e um movimento poderoso que leva A Verdade sobre as Drogas contra a maré do consumo de drogas; Unidos pelos Direitos Humanos que mantém a chama da Declaração Universal dos Direitos Humanos viva; O Caminho para a Felicidade que incute o ressurgimento moral através dos seus 21 preceitos para uma vida universal; e uma onda de apoio dos Ministros Voluntários que foram a 21 locais de grandes desastres só neste ano, para não mencionar muitos momentos de conflitos pessoais para com indivíduos por todo o mundo.

Os exemplos durante a apresentação do impacto absoluto das iniciativas incluíram:

  • Os embaixadores do Caminho para a Felicidade a entrarem num território desconhecido nas Filipinas, entusiasmando a adoção geral para treinar alguns 29 mil agentes da polícia nos preceitos morais universais do folheto.
  • Na Zâmbia, uma terra onde a sobrevivência é um esforço do dia a dia, um Ministro Anglicano formou 70 grupos do Caminho para a Felicidade e transformou uma mensagem do púlpito para um aumento de dez vezes mais produtividade por toda uma região de 130 mil quilómetros quadrados.
  • Unidos pelos Direitos Humanos esclareceu e fortaleceu mais de 19 mil alunos do Paquistão e subsequentemente projetou e transmitiu o “Ato da Proteção das Mulheres Contra a Violência de Punjab” para garantir os seus direitos para todo o sempre.
  • 5 mil voluntários do Mundo sem Drogas conduziram uma campanha que foi lançada nos Jogos Olímpicos do Brasil e foram distribuídos mais de 2 milhões de folhetos de A Verdade sobre as Drogas em São Paulo e no Rio de Janeiro.
  • E os Ministros Voluntários de Scientology atravessaram 320 mil quilómetros para trazer vida e esperança a quase 4 milhões de pessoas, incluindo os mais atingidos por uma devastação de desastres naturais e causados pelo homem.

Há muitas mais histórias que se desenrolaram, lideradas pelas estrelas desta noite brilhante e dinâmica. Nomeadamente, três Vencedores da Medalha da Liberdade da IAS, que cada um representa o progresso implacável para os objetivos da religião por todo o lado para um mundo pacífico, produtivo e sem criminalidade, onde a justiça social prevalece. Enquanto o Sr. Miscavige os introduzia um a um, era evidente uma ética comum de trabalho, coragem, persistência e dedicação nas suas histórias:

  • No Reino Unido, o vencedor da Medalha da Liberdade, Brian Daniels, caminhou sob a bandeira da CCHR para resolver os abusos psiquiátricos dentro dos hospitais mentais do país, indicando a má conduta dos psiquiatras no campo e forçando reformas. Além disso, ele inspirou uma série de revelações nacional sobre as ligações entre as drogas que alteram a mente e um aumento no suicídio das crianças, levando a “avisos de caixa negra” sem precedentes sobre as drogas farmacêuticas para proteger permanentemente a juventude britânica.
  • O pacificador e ativista dos direitos humanos, o Ministro Tony Muhammad, criou um movimento de O Caminho para a Felicidade nas zonas urbanas de Los Angeles, a capital dos gangues do mundo, com 50 Passeios pela Paz em 33 bairros notórios, resultando em 40% na queda da criminalidade. O Tony persistiu em reunir os gangues rivais para confrontarem a violência entre eles, chegando a um acordo de paz para cessar‑fogo entre os gangues rivais — Crips e Bloods.
  • O Binod Sharma, um nativo do Nepal, foi com a sua equipa de Ministros Voluntários em resposta do terramoto monstruoso de 2015 para prestar socorro a 15 mil residentes nos primeiros cinco dias. O Binod liderou as suas equipas por 101 aldeias e distritos esquecidos que foram atingidos pelo desastre, dando ajuda a 4 milhões de nepaleses. No rescaldo e para uma ajuda permanente, ele estabeleceu uma sede dos Ministros Voluntários e 169 grupos por toda a sua nação.

A celebração na sexta‑feira à noite expandiu‑se no sábado à noite como a Grande Tenda, que se transformou no Baile de Patronos Anual da IAS. O jantar e entretenimento de gala espetaculares realizaram‑se em reconhecimento dos membros da IAS que apoiam o trabalho e as iniciativas humanitárias mostradas durante o curso dum fim de semana.

A ênfase das festividades de fim de semana foi o Concerto de Caridade de Saint Hill tradicional assistido por 1500 residentes locais. A música e dança da noite viu cinco caridades locais premiadas com donativos para expandir as suas atividades ao servirem a comunidade local e tudo isso de acordo com a tradição que começou por L. Ron Hubbard durante os anos em que ele chamou Saint Hill de lar.


A IAS, uma organização de filiação oficial de Scientology aberta a todos os Scientologists de todas as nações, foi fundada em 1984. O propósito da IAS é unir, promover, apoiar e proteger a religião de Scientology e Scientologists em todas as partes do mundo para que os Objetivos de Scientology possam ser alcançados conforme originados por L. Ron Hubbard: “Uma civilização sem insanidade, sem criminosos e sem guerra, onde os capazes possam prosperar e os seres honestos possam ter direitos e onde o Homem seja livre para se elevar a maiores alturas.”